Maria Fernanda de Abreu is Associate Professor at the Faculty of Social and Human Sciences, New University of Lisbon, where she coordinates the area of Spanish Studies. She founded and currently directs the Institute of Iberian and Iberoamerican Studies, and she is a member of the Center for the History of Culture, at the New University of Lisbon. Her research areas include Portuguese Literature (19th century), Hispanic Literatures and Comparative Literature.
Main publications:
Cervantes no Romantismo Português. Cavaleiros Andantes, Manuscritos Encontrados e Gargalhadas Moralíssimas. Prólogo de Claudio Guillén. Lisboa, Editorial Estampa, 1994.
“Leer a Cervantes en tierra de Camões. Os Lusíadas y El Persiles: la literatura comparada y la lectura literaria”. Sin Fronteras. Ensayos de literatura comparada en homenaje a Claudio Guillén. D.Villanueva, A. Monegal, Enric Bou (coord..). Madrid, Univ. Pompeu Fabra, Univ. Santiago de Compostela, Ed. Castalia, 1999.
“El Romanticismo”. José Luis Gavilanes y António Apolinário (Eds.). Historia de la Literatura Portuguesa. Madrid, Ed. Cátedra, 2000.
“O Quixote na voz dos escritores portugueses”. Dom Quixote. A letra e os Caminhos. Maria Augusta da Costa Vieira (org.), São Paulo, Edusp, 2006.
“De Que Lado do Espelho? Das Teorias às Práticas Comparatistas no Estudo das Relações Literárias entre Portugal e Espanha”, in MAGALHÃES, Gabriel (ed.): Actas do Congresso RELIPES III: 18, 19 e 20 de Abril de 2007. Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2007.
ABSTRACT
"Iberia, Searching for Literary Identity: A Stone Raft?"
Assuming as starting points:1) a geocultural Iberian space; 2) an Iberian singularity, in contrast with other identitarian clusters, in cultural or literary fields; 3) a pan-regional, multinational and plurilinguistic identity within the European context, the Iberian Peninsula has come to be considered as an identitarian mega-frame, between the most restricted national identities which form it, and the wider European one. We propose, therefore, to discuss some of the "foundations" –anthropological, geographical or any other- which have been used by the narration of Iberian literary history to maintain that singularity.
Partiendo de los siguientes presupuestos: 1) Un espacio geocultural ibérico; 2) Una singularidad ibérica en contraste con otros conjuntos identitarios, en el ámbito cultural y literario; 3) una identidad pan-regional en el contexto europeo, multinacional y plurilingüístico, la Península Ibérica ha venido a ser considerada como un mega-marco identitario, entre las más restringidas identidades “nacionales” que la componen y el más amplio marco “europeo”. Proponemos así debatir en torno de algunos “fundamentos” –antropológicos, geográficos u otros- a los que la narración de la historia literaria ibérica ha recurrido para sustentar aquella singularidad.
Tendo como pressupostos: 1- um espaço geocultural ibérico; 2- uma singularidade ibérica em confronto com outros conjuntos identitários, no âmbito cultural e literário; 3- uma identidade pan-regional no contexto europeu, multinacional e plurilinguística, a Peninsula Ibérica tem vindo a ser considerada como um mega-quadro identitário - entre os mais restritos das identidades "nacionais" que a compõem e o mais amplo dito "europeu". Propomo-nos, assim, debater em torno de alguns "fundamentos" -antropológicos, geográficos ou outros- a que a narração da história literária ibérica tem recorrido para sustentar aquela singularidade.
Main publications:
ABSTRACT
"Iberia, Searching for Literary Identity: A Stone Raft?"
Assuming as starting points:1) a geocultural Iberian space; 2) an Iberian singularity, in contrast with other identitarian clusters, in cultural or literary fields; 3) a pan-regional, multinational and plurilinguistic identity within the European context, the Iberian Peninsula has come to be considered as an identitarian mega-frame, between the most restricted national identities which form it, and the wider European one. We propose, therefore, to discuss some of the "foundations" –anthropological, geographical or any other- which have been used by the narration of Iberian literary history to maintain that singularity.
Partiendo de los siguientes presupuestos: 1) Un espacio geocultural ibérico; 2) Una singularidad ibérica en contraste con otros conjuntos identitarios, en el ámbito cultural y literario; 3) una identidad pan-regional en el contexto europeo, multinacional y plurilingüístico, la Península Ibérica ha venido a ser considerada como un mega-marco identitario, entre las más restringidas identidades “nacionales” que la componen y el más amplio marco “europeo”. Proponemos así debatir en torno de algunos “fundamentos” –antropológicos, geográficos u otros- a los que la narración de la historia literaria ibérica ha recurrido para sustentar aquella singularidad.
Tendo como pressupostos: 1- um espaço geocultural ibérico; 2- uma singularidade ibérica em confronto com outros conjuntos identitários, no âmbito cultural e literário; 3- uma identidade pan-regional no contexto europeu, multinacional e plurilinguística, a Peninsula Ibérica tem vindo a ser considerada como um mega-quadro identitário - entre os mais restritos das identidades "nacionais" que a compõem e o mais amplo dito "europeu". Propomo-nos, assim, debater em torno de alguns "fundamentos" -antropológicos, geográficos ou outros- a que a narração da história literária ibérica tem recorrido para sustentar aquela singularidade.